Eu invoco Nietsche! Declamo frases em aposto à Chaplin e Aristóteles! Rogo que tu, Schopenhauer, venha das profundezas infernais e surja diante de mim, tal qual outros quinhentos mais que, com o berro incontido, clamo!
Sim! Pois, que pergunta não seriam estes capazes de responder?! E, que pergunta, posso eu responder quando meu mundo interior é abalado por uma revolta sem fim!? Pois, se abalo a mim, que o mundo se abale por mim! Nada mais justo.
Digo-vos, ó almas penadas mal-escarnadas, o que não tenho vontade, por mera impaciência, de refletir! E hão de rir de mim quando perguntar a vós, por achar que, talvez, eu esteja brincando. Mas não estou, e isso eu prometo!
O ser humano tem uma mania horrorosa de tentar subjugar os demais! Impor limites imaginários ao outro e crê-los como reais, simplesmente para não admitir que desconhecem os limites daquele individuo! Como é vão o humano e suas sandices!
Da mesma forma que floreia a morte com vitupérios, pinta a si mesmo no quadro que pertence ao rosto de outro!
Acham que, só por que eles tem limitações – sejam físicas, psicológicas, mentais, culturais – os outros devem, por virtude de um pensamento pseudo-socialista-psicologizante ter as mesmas limitações que eles!
Maldita seja a terceira pessoa do plural, que com a língua e os dedos em alto tom ou em CAPS LOCK pestanejam saber mais de nós que nós próprios sabemos!
Ora, pois vão, todos para o diabo que lhes carregue.
E aproveito para deixar um beijo pra você, Xuxa, sua vaca. Te pego na saída.
Poema:
Me irrita.
Te mordo.
PS: Irritado, eu?!?!?!! Mau dia, baby, nada mais.
Sim! Pois, que pergunta não seriam estes capazes de responder?! E, que pergunta, posso eu responder quando meu mundo interior é abalado por uma revolta sem fim!? Pois, se abalo a mim, que o mundo se abale por mim! Nada mais justo.
Digo-vos, ó almas penadas mal-escarnadas, o que não tenho vontade, por mera impaciência, de refletir! E hão de rir de mim quando perguntar a vós, por achar que, talvez, eu esteja brincando. Mas não estou, e isso eu prometo!
O ser humano tem uma mania horrorosa de tentar subjugar os demais! Impor limites imaginários ao outro e crê-los como reais, simplesmente para não admitir que desconhecem os limites daquele individuo! Como é vão o humano e suas sandices!
Da mesma forma que floreia a morte com vitupérios, pinta a si mesmo no quadro que pertence ao rosto de outro!
Acham que, só por que eles tem limitações – sejam físicas, psicológicas, mentais, culturais – os outros devem, por virtude de um pensamento pseudo-socialista-psicologizante ter as mesmas limitações que eles!
Maldita seja a terceira pessoa do plural, que com a língua e os dedos em alto tom ou em CAPS LOCK pestanejam saber mais de nós que nós próprios sabemos!
Ora, pois vão, todos para o diabo que lhes carregue.
E aproveito para deixar um beijo pra você, Xuxa, sua vaca. Te pego na saída.
Poema:
Me irrita.
Te mordo.
PS: Irritado, eu?!?!?!! Mau dia, baby, nada mais.
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