Talvez falar de tudo e, conseqüentemente, de nada, seja a forma mais complicada de se escrever. E talvez seja a mais correta também.
Digo isso por que hoje me vieram à cabeça vários assuntos sobre os quais escrever. E todos eles rugiram ao mesmo tempo. (se não sabe o que eu quero dizer com “rugir”, leia o texto anterior.)
Mas não vou falar sobre tudo.
Apenas dois temas. Acho que, inicialmente, você não vai conseguir entender a relação entre eles. Até por que não há muita... Mas também há demais.
Espero que tenham assistido às aulas de história... e tenha uma boa imaginação. Lá vai.
Imaginem um cavaleiro medieval, vestindo sua melhor e mais pomposa armadura prateada. Encarapitado em seu cavalo branco e todas aquelas coisas mais. Poderia descrevê-lo agora... mas seria perda de tempo.
Pelo que um cavaleiro desses lutava? Por honra? Por sua pátria? É. É assim que vejo esse cavaleiro. Mas esqueçam a parte de lutar. Só imaginem essas duas coisas como seus pensamentos! Pensamentos de um herói medieval!
Medieval.
Faz tempo. Não? E acho que todos nós esperamos que tenhamos evoluído um pouquinho.

Vou começar pelo primeiro tema: honra.
“A honra é, objetivamente, a opinião dos outros acerca do nosso valor, e, subjetivamente, o nosso medo dessa opinião.” – Arthur Schopenhauer
“Quem me rouba a honra priva-me daquilo que não o enriquece e faz-me verdadeiramente pobre.” - William Shakespeare
“O que é a honra ? Uma palavra. O que há nessa palavra honra ? Vento.” - William Shakespeare
Um psicoterapeuta e filósofo e um escritor e poeta. São duas visões diferentes. Mas não muito.
Há pessoas que usam dessa palavra “honra” (vento, concordo eu) para tentar intimidar, subjugar, controlar e induzir as outras.
Já tem outras que nem sabem o que esta significa. Só leram em qualquer lugar e ficam profanando os ouvidos alheios com repetições mil dessa individua tão amada por aqueles de mente fraca e coração ignorante. Me pergunto se estes acham que “honra”, é uma palavra bonita e, então, para tentar fazer-se culto usa-a como um papel higiênico. Para limpar merda.
Mas não tenho a intenção de ser agressivo.
A questão é que... se evoluímos tanto depois do período medieval, onde matava-se por qualquer coisa, por que motivo/razão/circunstância devemos continuar a dar valor a uma palavra tão vazia? Sim, vazia!
Vejam bem... Não estou dizendo que devemos abdicar a nosso orgulho e nossos valores. Por que isso tudo não é honra! Honra é aquilo que pensam sobre o que você faz. É o ato de se importar com isso.
Honra é um ato. Não um valor. É um pensamento medieval. Não uma idéia racional.
Honra é um papel higiênico.
É o que eu acho. E o que eu acho é que me faz agir. Não o que os outros acham que eu deva pensar. Ao inferno com as convenções.
A seguir vou falar de outro valor medieval ainda adotado: patriotismo.
“O nacionalismo é uma doença infantil; é o sarampo da humanidade.” – Albert Einstein
“A honra nacional é uma espingarda carregada.” - Émile-Auguste Chartier
Um cientista/filósofo e um poeta/filósofo.
Não é novidade que concordo com os dois também.
Simplesmente não consigo entender, ou sentir isso que chamam de patriotismo. Amar um pedaço de terra? Matar por uma porção de terra!?
Estava conversando hoje sobre isso com uma amiga. Ela discordou de mim. Disse que nacionalismo e amor à pátria não é reverência a um pedaço de terra, mas aos costumes do povo que vive neste pedaço de terra.
Ora, então, pensando nesse âmbito, por que então o amor é dividido entre estados nacionais e políticos? Por que o “nacionalismo” não é um sentimento global? Afinal, não somos todos parte do grande povo que é o mundo? Não somos cidadãos globais antes de ser nacionais?
Para mim, esta é apenas mais uma desculpa para o ser humano promover os mesmos absurdos inteligentemente injustificáveis.
Para mim, o patriotismo é um sistema operacional de política. Da mesma forma que o Windows é um sistema operacional de um computador.
Tanto tem fundamento o que digo que Hitler se aproveitou disso. Foi ele o maior patriota da história. Foi ele quem buscou um motivo para exterminar milhões. E onde encontrou este motivo? No amor medieval e parcialmente patético que o humano tem a render para uma porção de terra.
Isso não tem nada a ver com costumes. Se assim fosse, com a globalização, seriamos um só país. Uma só cultura.
Isso tem a ver é com o monstruoso ser humano. Que, como eu e você, tem a mania de se auto-destruir.
Um post revoltado, para um rugido em revolta.
Digo isso por que hoje me vieram à cabeça vários assuntos sobre os quais escrever. E todos eles rugiram ao mesmo tempo. (se não sabe o que eu quero dizer com “rugir”, leia o texto anterior.)
Mas não vou falar sobre tudo.
Apenas dois temas. Acho que, inicialmente, você não vai conseguir entender a relação entre eles. Até por que não há muita... Mas também há demais.
Espero que tenham assistido às aulas de história... e tenha uma boa imaginação. Lá vai.
Imaginem um cavaleiro medieval, vestindo sua melhor e mais pomposa armadura prateada. Encarapitado em seu cavalo branco e todas aquelas coisas mais. Poderia descrevê-lo agora... mas seria perda de tempo.
Pelo que um cavaleiro desses lutava? Por honra? Por sua pátria? É. É assim que vejo esse cavaleiro. Mas esqueçam a parte de lutar. Só imaginem essas duas coisas como seus pensamentos! Pensamentos de um herói medieval!
Medieval.
Faz tempo. Não? E acho que todos nós esperamos que tenhamos evoluído um pouquinho.
Vou começar pelo primeiro tema: honra.
“A honra é, objetivamente, a opinião dos outros acerca do nosso valor, e, subjetivamente, o nosso medo dessa opinião.” – Arthur Schopenhauer
“Quem me rouba a honra priva-me daquilo que não o enriquece e faz-me verdadeiramente pobre.” - William Shakespeare
“O que é a honra ? Uma palavra. O que há nessa palavra honra ? Vento.” - William Shakespeare
Um psicoterapeuta e filósofo e um escritor e poeta. São duas visões diferentes. Mas não muito.
Há pessoas que usam dessa palavra “honra” (vento, concordo eu) para tentar intimidar, subjugar, controlar e induzir as outras.
Já tem outras que nem sabem o que esta significa. Só leram em qualquer lugar e ficam profanando os ouvidos alheios com repetições mil dessa individua tão amada por aqueles de mente fraca e coração ignorante. Me pergunto se estes acham que “honra”, é uma palavra bonita e, então, para tentar fazer-se culto usa-a como um papel higiênico. Para limpar merda.
Mas não tenho a intenção de ser agressivo.
A questão é que... se evoluímos tanto depois do período medieval, onde matava-se por qualquer coisa, por que motivo/razão/circunstância devemos continuar a dar valor a uma palavra tão vazia? Sim, vazia!
Vejam bem... Não estou dizendo que devemos abdicar a nosso orgulho e nossos valores. Por que isso tudo não é honra! Honra é aquilo que pensam sobre o que você faz. É o ato de se importar com isso.
Honra é um ato. Não um valor. É um pensamento medieval. Não uma idéia racional.
Honra é um papel higiênico.
É o que eu acho. E o que eu acho é que me faz agir. Não o que os outros acham que eu deva pensar. Ao inferno com as convenções.
A seguir vou falar de outro valor medieval ainda adotado: patriotismo.
“O nacionalismo é uma doença infantil; é o sarampo da humanidade.” – Albert Einstein
“A honra nacional é uma espingarda carregada.” - Émile-Auguste Chartier
Um cientista/filósofo e um poeta/filósofo.
Não é novidade que concordo com os dois também.
Simplesmente não consigo entender, ou sentir isso que chamam de patriotismo. Amar um pedaço de terra? Matar por uma porção de terra!?
Estava conversando hoje sobre isso com uma amiga. Ela discordou de mim. Disse que nacionalismo e amor à pátria não é reverência a um pedaço de terra, mas aos costumes do povo que vive neste pedaço de terra.
Ora, então, pensando nesse âmbito, por que então o amor é dividido entre estados nacionais e políticos? Por que o “nacionalismo” não é um sentimento global? Afinal, não somos todos parte do grande povo que é o mundo? Não somos cidadãos globais antes de ser nacionais?
Para mim, esta é apenas mais uma desculpa para o ser humano promover os mesmos absurdos inteligentemente injustificáveis.
Para mim, o patriotismo é um sistema operacional de política. Da mesma forma que o Windows é um sistema operacional de um computador.
Tanto tem fundamento o que digo que Hitler se aproveitou disso. Foi ele o maior patriota da história. Foi ele quem buscou um motivo para exterminar milhões. E onde encontrou este motivo? No amor medieval e parcialmente patético que o humano tem a render para uma porção de terra.
Isso não tem nada a ver com costumes. Se assim fosse, com a globalização, seriamos um só país. Uma só cultura.
Isso tem a ver é com o monstruoso ser humano. Que, como eu e você, tem a mania de se auto-destruir.
Um post revoltado, para um rugido em revolta.
Um comentário:
Beeeeeeeeetto
post fods cmo smpre!
mew...naum dexe q a inveja das pessoas afete vc!essa pessoa maravilhosa q vc eh!
simplismente ignore!
Te amooooooooooooo
xD
qndo precisa..pod contah cmg!
bjaum
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